Falsos pedintes

A edição desta terça (10) do Jornal Hoje mostrou o caso de uma falsa mendiga nas ruas de Vitória (ES) que simulava deficiência física para obter esmolas num cruzamento. A prática, infelizmente, faz parte da rotina dos brasileiros mais odo que se imagina. Há cerca de um ano, tentava atravessar  uma avenida próxima ao Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, assisti a uma dessas cenas de dissimulação. Um rapaz jovem fingiu ser portador de deficiência física enquanto tentava atravessar e, na metade da rua, quando conseguiu que um dos carros parasse, continuou andando normalmente.

Outro caso quem conta é um amigo, que mora nas imediações da Caixa Econômica Federal da Av. Sete de Setembro, centro de Salvador. Diariamente, segundo ele, uma mãe chega com os filhos, todos vestidos com roupas em bom estado de conservação ao grande passeio na lateral da agência bancária. Pouco tempo depois, a família troca as vestimentas por algo maltrapilho e sujo e começa a labuta diária de pedir esmolas na região.

Esse fato me foi relatado há um bom tempo, mas mostra que, infelizmente, existem pessoas que precisam e pedem; assim como existem pessoas que não precisam – podem trabalhar ou similar – e ainda assim importunam pessoas como pedintes.  E, pra piorar, não há perspectiva de que o cenário se modifique em pouco tempo.

Na Faculdade de Medicina da Ufba, contam os alunos que existe com uma senhora que pede dinheiro para remédios com a mesma receita há pelo menos sete anos. Nesse caso, a doença crônica é a cara de pau da mulher.

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